15/06/2017

O São João verde-vermelho de Assu

No espectro politico-partidário de Assu, as cores verde-vermelho é associada aqueles que hoje ocupam o executivo assuense, ou seja, Gustavo Soares e Sandra Alves. Até aí, tudo bem. Complicado é o rompimento dos limites constitucionais, onde o partidário avança sob o institucional e as tradições do lugar.

Deixemos de lado poréns e todavias e analisemos o que é substantivo nessa história. Todos sabemos que a fé que o povo tem em São João Batista faz a festa em Assu há 291 anos e ao longo da história ela congrega multidões em torno da fé, da cultura e da alegria. Pincemos a peregrinação da imagem de São João Batista; as novenas – sempre lotando a igreja; a feira de São João (milho, feijão verde, galinha, jerimum, etc) – evento de sucesso ocorrido no passado na madrugada de um sábado dentro da programação da festa; as barracas de comidas típicas – grude, alfenim, pé de moleque, etc; a procissão de São João Batista; o pau de sebo da Princesa; o festival de quadrilhas junino; a decoração junina das ruas, residências e comércio; o almoço e, recentemente, o arraiá do jegue, a pedalada, a motoromaria, a cavalgada, o acorda “João”, etc, etc, etc. Gente, isso é, foi e será a festa de São João do Assú. Independe de cor e mandatário.

Mas, o que estamos vendo nesse São João? Vejo um show de atitudes e discurseira oca, que alimenta a estratégia do marketing político-partidário. Banda tal não vem, porque identifica-se com o gestor passado. A decoração das ruas não tem uma bandeirinha azul, porque essa era a cor do adversário. O “Boca da noite” abrindo a programação do São João é trocado pelo “Cortejo Junino”, porque a denominação anterior foi dada pela gestão passada. E assim o Assu vai se alimentando de um bate-boca fútil, que apenas retrata a pobreza de uma cultura política calçada no atraso da nossa festa junina e do município.

Gente, Assu não pode permanecer todo o tempo sob a égide de contínuo processo eleitoreiro. Há uma densa pauta a merecer atenção. Inclusive no aspecto religioso, completando outro objetivo: gerar renda a partir de uma visão de turismo religioso e de eventos.

A simbologia de colorir o céu de bandeirinhas vermelhas e verde apenas para mostrar quem é o dono do poder no município é, sem dúvidas, um ato pequeno e de atraso para uma população, que já vive amortecida pela violência, pelo convívio com a desonestidade e a esperteza.

Onde estão as grandes ideias, onde estão os programas, onde estão as prioridades da administração na grandeza do nosso São João e nos outros eixos da gestão? Qual é, por exemplo, a proposta para atenuar a fila de espera na marcação de exames? Como atrair novos investimentos e aumentar, no curto prazo, a oferta de empregos? Como colocar o parque social em condições de funcionamento conforme a necessidade da população – escolas, postos de saúde, saúde da mulher e saúde do homem, segurança, serviço de convivência e fortalecimento de vínculos de crianças e idosos?

Enganam-se os que pensam que bandeirinhas vermelha e verde os conduzirá a felicidade. O Assu e o nosso São João carecem de ideias grandes. E de gente que saiba transformá-las em fermento de desenvolvimento. Ver político tocar triângulo e/ou zabumba, montar em cavalo ou abraçar crianças, apenas para dar as caras, e manter o discurso programático arquivado, fazendo a população sofrer nas filas por uma consulta, um remédio, um exame, parece um repertório junino desanimador.

Por Alderi Dantas, 15/06/2017 às 19:00 - Foto: Alderi Dantas

23/05/2017

A rua, o eleitor, o prefeito do Assu e o deputado

Um mundo de incertezas toma conta, neste momento, das ruas do Assu, adensando as expectativas, aumentando as angústias e diminuindo a crença do eleitor na atual gestão municipal. Em quase todos os aspectos da vida assuense, impera a dúvida. Uma vergonha. Afinal, para onde foram os milhões da prefeitura que jorrava – antes e durante a campanha eleitoral - das bocas de Gustavo e George? Como de uma hora para outra o cofre da prefeitura do Assu ficou tão pobre?

Lembram-se da campanha? No comando, criticando a atuação da então gestão municipal, Gustavo e George se faziam notar com as suas “verdades” a qualquer preço. Era a conta de chegar a prefeitura. Pena, que naquele momento eles não lembraram que essa conta precisava ser paga e, o pior, passada a campanha eles tornaram-se insensíveis para absorver as prioridades e dar respostas adequadas e factíveis às reivindicações (demonstrando como realizarão as promessas) que povoam ruas, becos e comunidades do Assu.

É difícil entender nesses tempos de grande influência da mídia que ainda tenha quem busque administrar tendo como modelo Luís XIV, rei da França que costumava lembrar que “os povos gostam do espetáculo; através dele, dominamos seu espírito e seu coração”. Mas há um limite para tudo. Um dia, mais cedo ou mais tarde, o povo, cansa de ver tanto malabarismo. Gustavo e George parecem pensar que o povo tem a memória curta, mas estão enganados. O eleitor não esqueceu tão rapidamente o prometido e pactuado com ele.

Se Gustavo e George não escutam, mas todos os dias emergem nas ruas vozes que afogam-se em mágoas, perdem-se em desesperanças. Assu vive uma avalanche de problemas com junção de crises nas esferas da educação, saúde, assistência social, trabalho, cidadania, cultura, economia e, infelizmente, a gestão não sinaliza para a racionalidade.

Por outro lado, o Escola Melhor, Remédio em Casa, Aluno Universitário, Centro de Controle de Zoonoses, Cultura na Praça, Praça Livre (Wi-fi), Centro de Especialidades Médicas, Guarda Municipal entre outras propostas para uma administração Gustavo Soares, ninguém sabe até onde eram verdadeiras. Afinal, a gestão caminha para fechar o seu quinto mês e não esboça nenhum sinal favorável de que irá cumprir com as promessas.

O prefeito do Assu, Gustavo Soares e o deputado, George Soares, precisam saber que há uma lição de casa por fazer. A grandeza do Assu não é apenas a soma de suas riquezas materiais, o produto interno bruto. É o conjunto de seus valores, o sentimento de pátria, a fé e a crença do povo, o culto às tradições e aos costumes, o respeito aos velhos, o amor às crianças, o respeito às leis, a transparência nas contas públicas, os serviços públicos de qualidade, enfim, a chama cívica que faz correr nas veias dos cidadãos o orgulho pela terra onde nasceram. A anulação de alguns desses elementos faz do Assu uma terra selvagem. Nada diferente do tempo dos Janduís.

Por Alderi Dantas, 23/05/2017 às 12:21 - Imagem: Senado Federal

10/05/2017

O que deu na cabeça de Ronaldo?

Tirando meia dúzia de ronaldistas, ninguém mais sabe responder a essa pergunta. Afinal, o que leva Ronaldo Soares a confundir o capital eleitoral da eleição de 2016 em capital político e impor a ferro e fogo o seu retorno a seara política? O que faz Ronaldo Soares pensar que o triunfo eleitoral de um dos seus filhos significa respaldo popular para que ele esteja de volta à cena?

Pois bem, não causa surpresa alguma o fato do jacaré “velho” colocar a cabeça de fora na tentativa de procurar um bode expiatório, exatamente, no momento em que o sentimento de mesmice invade as ruas, bairros e comunidades do Assu e o eleitorado começa a perceber consequências nefastas a escalada positiva iniciada na gestão do município justamente no momento em que o gestor na prefeitura não era um membro da sua árvore genealógica.

A teatralização usada por Ronaldo Soares na tentativa discursiva de vender jacaré por galo é típica de suas velhas guerras políticas e abriga bordões já gastos e nenhum elemento de diferenciação entre o que o Assu já assistiu entre Ronaldo x Arnóbio; Ronaldo x Edgard; Ronaldo x Nélter; Ronaldo x Rizza; Ronaldo x Fátima Moraes; Ronaldo x Zé Maria.

Assim, o besteirol natimorto comandado pelo jacaré “velho” vegeta no mais profundo poço da descrença e “sangra” a alma e a inteligência assuense, ante o crucial momento vivido por uma população que afunda em um oceano de interrogações sobre o atendimento das suas demandas básicas.

“Que o passado esteja diante de nós, vá lá... Mas o passado adiante de nós, sai pra lá”. A sentença e o saber semântico-filosófico do jurista Carlos Ayres Britto, sem dúvidas, retrata à perfeição que impregna a política do Assu neste momento e em cujos vetores busca forças a velha onda ronaldista que tenta banhar o nosso Assu na tentativa insistente de continuar “adiante de nós”.

Apesar de em três mandatos de prefeito, três de deputado estadual, secretário de Estado da Agricultura e presidente de uma cooperativa de desenvolvimento energético não ter tido a capacidade de agir de acordo com as demandas surgidas e ainda ter deixado o município sem soluções para a saúde, educação, cultura, geração de renda, trânsito, limpeza pública etc e etc..., Ronaldo tenta sob o ribombar do tambor de um simples resultado eleitoral fazer barulho e tentar voltar à cena pública.

Pois é, como bem disse o autor de nossa sociologia crítica, Florestan Fernandes, “quando não há ruptura definitiva com o passado, ele reaparece cobrando seu preço”. E, em Assu, ele nunca esteve tão na ordem do dia.

Por Alderi Dantas, 10/05/2017 às 06:10 - Foto: WhatsApp (grupos)

28/04/2017

Discurso do “retrovisor” da gestão Gustavo Soares não cola mais

É comum aos novos gestores de uma administração (seja ela pública ou particular), olhar para o retrovisor e nele se ancorar para dar seus primeiros passos. Com um espólio bom ou ruim, é preciso iniciar o trabalho, levantar demandas e dar formato e personalidade própria à gestão. No entanto, a turma do prefeito Gustavo Soares (secretários, vereadores, etc) e ele próprio parecem desconhecer esta premissa. Próximo a iniciar mais um mês dessa gestão, é inaceitável que a exacerbação do discurso político baseada no campo de visão do “retrovisor” continue sendo o único argumento para justificar o que já poderia ter sido feito, mas ainda não o foi.

Contra os fatos ululantes – serviços públicos piorados (sem exceção), um crescente nepotismo nos espaços da administração, dificuldade do prefeito em lidar com questões do cotidiano da cidade –, Gustavo e “seus guias” deveriam ter, no mínimo, humildade para reconhecerem o óbvio: é preciso virar a página.

Eleito, diplomado e empossado prefeito, Gustavo Soares deve usar a caneta para ser a solução para as demandas comuns ao município do Assu.No entanto, até aqui a gestão busca unicamente alisar a base da pirâmide social com o barulho das festas (Carnaval) e o viés religioso (Semana Santa – com o espetáculo do peixe e São João).
Já os programas Escola Melhor, Remédio em Casa, Aluno Universitário, Centro de Controle de Zoonoses, Cultura na Praça, Praça Livre (Wi-fi), Centro de Especialidades Médicas, Guarda Municipal, entre outros compromissos e propostas que introduziram na mente e nos corações do cidadão durante o jogo político vagam na escuridão.

Se a realidade é, portanto, mais dura do que a verborragia aliada, não dá para aceitar que se perca tanto tempo com discussões inúteis sobre uma suposta “herança maldita”. Ou ainda, se acredite que a população irá dar crédito ao discurso do “retrovisor” por tanto tempo ou de frases como a que foi lançada no perfil de uma rede social do prefeito nesta sexta-feira, 28, dia internacional da Educação: “A educação é o princípio e a base para a vida de qualquer cidadão, valorize-a!”, quando a gestão não valoriza o transporte escolar, não valoriza a merenda e não valoriza o pagamento em dia dos professores. Assim, vamos deixar o passado no passado. Ou não é esta a gestão que usa as palavras “Gente cuidando de gente”?

Na porta de entrar no quinto mês da administração já passou do tempo de sair do discurso do “retrovisor” e partir da teoria para a prática.

Por Alderi Dantas, 28/04/2017 às 22:41

26/04/2017

O que o Assu espera de Gustavo Soares?

Se não estou enganado, em primeiro lugar, o que o Assu mais espera de Gustavo Soares é que ele “vista-se” de prefeito. Não há mais tempo a perder. O Assu espera também que ele não traia seus compromissos, ou seja, que cumpra com suas propostas e torne-se um eficiente operador de ações administrativas em vez de ficar apenas na leitura de diagnósticos do passado. Os males já estão apontados – e todos os dias a população repete-os nas ruas e nas redes sociais – e os remédios são facilmente identificados. Portanto, é arregaçar as mangas e fazer as coisas acontecerem.

Assim, senhor prefeito, mesmo sendo um “Zé Ninguém” (apelido que ganhei esses dias por alguns “Zé Ninguém de Verdade” que acompanham vossa excelência) deixo aqui pequenas lições, baseado ‘talvez’ nas palavras de Lincoln: “podeis ludibriar uma parte do povo durante o tempo todo, ou o povo durante algum tempo; mas não podereis ludibriar o povo durante o tempo todo”.

Primeiro: tenha espírito de estadista, acredite que das suas ações, realizadas com responsabilidade, podem transformar a realidade. Mas pense na cidade, nos munícipes, não dá mais para transformar prefeitura em um balcão de negócios particulares.

Segundo: pelo amor de Deus tenha compaixão para com as pessoas, não usem do sofrimento e da pobreza delas para manterem este ciclo vicioso da miséria eleitoral. Pois é isto que vem acontecendo há séculos e não tem sido diferente nos últimos quatro meses. Não dá mais para ficar mendigando pedidos de atendimento médico, transporte para creches e escolas, recebimento de remédios, entre outros casos.

Terceiro: lembre-se que você é o nosso representante, trabalhe para e em função do povo. Você é nosso empregado, muito bem pagos por sinal, para cuidar das nossas coisas, do bem comum, do patrimônio público que é de todos nós.

Quarto: queira deixar o vosso nome para a história, não de forma negativa, mas como aqueles que colocaram o município na rota certa, com uma nova cara, vivenciando as mudanças que todos queremos e precisamos.

Quinto: saiba gerir o dinheiro público, precisamos urgentemente de uma gestão eficiente, que busque resolver as prioridades, que não são poucas. Não dá mais para ver tanto dinheiro ser mal gasto.

Sexto: a forma atual de se fazer política no Brasil e, consequentemente, no Assu está esgotada, apadrinhamento, inchar a máquina pública com apoiadores partidários, toma lá dá cá, agradinhos, escolher as pessoas erradas para ocuparem cargos estratégicos, não deveriam mais fazer parte da nossa forma de fazer política. Se seguir esta fórmula, saiba que caminha inevitavelmente para o fracasso. A história nos mostra que não é mais possível continuar assim, basta, chega!

Sétimo: queira pagar o preço de ser justo em vez de realizar uma gestão de justificativas. Tenha a coragem de fazer o que é preciso, e não o que simplesmente agrada. Infelizmente, se formos fazer somente o que agrada, provavelmente nunca faremos o que é preciso. Como diria Platão, é preciso sair da caverna para contemplar a beleza da vida, quem vive somente dentro dela acostuma com a escuridão.

Há um ditado popular que diz que “de boas intenções o inferno está cheio”, precisamos, portanto, de atitude, de ações eficazes, de medidas realmente transformadoras. E isto agora está nas mãos do senhor, pois como todos dizem, o senhor possui o poder da caneta.

Enfim, esperamos por dias melhores para que não continuemos com a sensação de que o discurso salvacionista e as poses fotográficas foram apenas artimanhas para conquistar o poder a qualquer preço.

Por Alderi Dantas, 26/04/2017 às 10:46 - Foto: Assessoria Gustavo Soares (12/07/2016)

24/04/2017

O doutor precisa “vestir-se” de prefeito do Assu

Um irreparável prejuízo corrói o futuro de crianças e jovens do Assu – diante de uma gestão que não compreende o valor de um dia sem aula nas escolas –, e crianças e adultos vivem uma dramática agonia diária sem assistência médica em todo o município. Creio que basta citar essas duas questões
para que os cidadãos compreendam que de verdade o Assu oficial está paralisado, imobilizado e, pior, se deteriorando.

Mas, enquanto essa tragédia habita o dia-a-dia dos assuenses, o doutor e o seu irmão deputado estadual fazem política de forma primitiva, com falta de objetividade na discussão de planos e metas para o município, e com sobra de efeitos especiais capazes de superar Spielberg no Parque dos Dinossauros. Ou será que não é primitivo iniciar um ano letivo com falta de professores, transporte escolar e material didático; usar o plenário da Assembleia Legislativa do RN para uma fala-espetáculo para elogiar um doutor-prefeito por ter distribuído peixe na semana santa ou, ainda, soltar um carro de som nas ruas do Assu para zoar por toda uma manhã anunciando uma entrevista em uma rádio local.

É preciso refletir sobre a realidade assuense, em que o doutor eleito e empossado prefeito pede 180 dias de paciência. Agora imagine que 180 dias é igual a 6 meses ou o equivalente a 50% do primeiro ano do mandato. E aí surge a realidade que mais fere e mais dói: esse tempo não será recuperado.

Urge, portanto, lembramos que a criação do Escola Melhor, Remédio em Casa, Aluno Universitário, Centro de Controle de Zoonoses, Cultura na Praça, Praça Livre (Wi-fi), Centro de Especialidades Médicas, Guarda Municipal entre outros programas prometidos foram ótimos instrumentos de propaganda eleitoral e até fez uma massa maioritária acreditar nessa realidade, mas precisam sair da saga do retrovisor e virarem realidade. Está evidente que “descontruir” não basta. É preciso construir também.

Pois é, como o prometido não sai dos panfletos da propaganda política a cada dia a cidade incha e se entope de angustia e irritação haja visto já ter percebido que a proposta da gestão amparada no slogan: Gente Cuidando de Gente, não conferi no geral, apenas no particular. Assim, os problemas da cidade e os erros de gestão se acumulam, sem que o povo do Assu conheça iniciativas razoáveis por parte da gestão para resolver uns e corrigir outros.

O Assu precisa de pequenas coisas, começando pelo respeito, transparência e zelo para com a coisa pública. Mas, pede antes de tudo que o doutor “vista-se” de prefeito.

Por Alderi Dantas, 24/04/2017 às 00:10

17/02/2017

Vereadores dialogam com direção do Hospital Regional Dr. Nelson Inácio dos Santos

Nesta quinta-feira, 16, os vereadores Delkiza Cavalcante, Beatriz Rodrigues, Waldson Bezerra, Matheus do Frutilândia e Xavier Enfermeiro visitaram as instalações do Hospital Regional Dr. Nelson Inácio dos Santos (Assu/RN), para ver de perto o funcionamento da referida unidade hospitalar.

Na oportunidade, além de dar boas vindas a nova diretora, Marícia Morais Gurjão, os edis dialogaram a cerca do quadro de serviços ofertados pela referida unidade e efetuaram ainda cobranças no tocante ao serviço do transporte de pacientes via ambulâncias e o trabalho de reforma da estrutura física. Neste sentido, a diretora informou que está providenciando o concerto mecânico dos veículos e a reforma encontra-se em processo licitatório num investimento em torno de hum milhão de reais e que atenderá os ambientes que atende os serviços de urgência e emergência.

Notícia das mais animadoras é de que a sala da clínica cirúrgica passa no momento por uma total recuperação num processo de parceira com a iniciativa privada, funcionários e, sem dúvidas, a partir de então a luta também dos referidos edis.

A diretora agradeceu aos vereadores Delkiza Cavalcante, Beatriz Rodrigues, Waldson Bezerra, Matheus do Frutilândia e Xavier Enfermeiro pela iniciativa e demonstração de compromisso com a população e reforçou o desejo de tê-los na luta por melhorias na estrutura e na prestação dos serviços da referida unidade hospitalar, além de esperar que todos os representantes – executivo e legislativo – possam seguir os mesmos caminhos no propósito de conhecer e colaborar no trabalho do hospital.

Por Alderi Dantas, 17/02/2017 às 16:01

16/02/2017

Gustavo Soares não cumpre a palavra com alunos universitários

Então o prefeito Gustavo Soares não está cumprindo o que prometeu também aos alunos universitários?

É não está. A gestão do prefeito Gustavo Soares iniciada no último dia 1º de janeiro, vai virando assim uma piada. Tão sem graça como a “grosseria” que fizeram com o brasão oficial do município onde trocaram as carnaubeiras por umas enormes roseiras e ainda grafaram o nome Assu com tinta vermelha, cor amplamente utilizada nas peças de campanha do então candidato e nas vestes dos partidários e do próprio Gustavo Soares, ferindo a lei da impessoalidade na gestão pública.

É isto. Existiu um Gustavo Soares que tinha uma proposta nas redes socias para cada tema debatido na campanha eleitoral, e existe atualmente a gestão de verdade, sem propostas e sem nenhuma (cri)ação. A distância é imensa e a coisa vai virando estelionato político. Um dos mais graves se dá com os alunos universitários.

Gustavo Soares foi eleito prometendo deslocamento gratuito aos universitários que precisam ir para outros municípios estudarem (ver imagem). Porém, os alunos que foram induzidos a acreditarem que teriam transporte gratuito até aqui só foram convocados a comparecerem a secretaria da Assistência Social, Trabalho e Habitação com a Certidão de Matrícula 2017 e cópia do CPF, RG, NIS e comprovante de residência, situação entendida de fato apenas como um (re)cadastramento.

Anteriormente, esses alunos eram atendidos pelo Bolsa Educação. Programa que funcionava por meio de edital público, lançado a cada semestre do ano.

Por Alderi Dantas, 16/02/2017 às 20:30

06/02/2017

Prefeitura do Assu banca Campeonato de Blocos, mas vai cobrar ingresso

A prefeitura do Assu através da secretaria de Juventude, Eventos, Esporte e Turismo dará início nesta segunda-feira, dia 6, a partir de 19 horas, no ginásio poliesportivo Deputado Arnóbio Abreu, o Campeonato de Blocos nas modalidades Futsal (masculino) e Queimada (feminino).

Segundo o secretário municipal de Juventude, Eventos, Esporte e Turismo, Arnóbio Júnior, a prefeitura é responsável por toda a parte estrutural e organizacional da realização e, ainda, cuidará da premiação. Porém, o campeonato mesmo com todo o investimento público do município – conforme descrito pelo secretário – terá ingresso fixado no valor de R$ 1,00 (hum real) na primeira etapa e R$ 2,00 (dois reais) na etapa complementar.

No entanto, jurisprudência baseada em matéria idêntica – acesso a evento realizado com o uso de verbas públicas feito mediante cobrança de ingressos – do Ministério Público (MP), terminou em liminar de suspensão da cobrança e na instauração de inquérito civil para apurar a prática de ato de improbidade administrativa. Na decisão, o MP deixa clara a sua posição: “deve-se nesse caso, permitir o acesso a toda a comunidade para participar dos eventos custeados com os recursos públicos sem a cobrança de ingressos, como forma legítima de se difundir a cultura e o esporte, principalmente entre aqueles de baixa condição financeira".

Por Alderi Dantas, 06/02/2017 às 15:15

03/02/2017

“Nova” administração municipal do Assu plagia slogan do interior da Bahia

Para que criar, se você pode copiar? Pois bem, foi isso que a turma de Natal sugeriu a “nova” administração municipal do Assu (RN) e a “galera” aceitou fácil, fácil. Falo do slôgane, eslogã ou frase de efeito (em inglês: slogan) que compõe a marca que identifica a gestão municipal. Aliás, elemento que fere o princípio da lei da impessoalidade na gestão pública.

Voltando a questão copiar em vez de criar, a turma apenas pegou como espelho o slogan da administração passada do município de Ibicaraí localizado a 42 quilômetros de Itabuna (Bahia), na Zona Centro-Oeste da Região Cacaueira e pronto, prontinha a marca da gestão Gustavo Soares.

Mas, para que o negócio ficasse ainda mais “grosseiro” trocaram as carnaubeiras do brasão oficial do município do Assu por umas enormes roseiras e ainda grafaram o nome Assu com tinta vermelha, cor amplamente utilizada nas peças de campanha do então candidato e nas vestes dos partidários e do próprio Gustavo Soares, ferindo novamente a lei.

Por Alderi Dantas, 03/02/2017 às 17:30

02/02/2017

Prefeitura do Assu matriculou alunos em escola “fantasma”

O discurso travado pelos representantes da prefeitura do Assu e a bancada legislativa ligada ao prefeito Gustavo Soares (PR) que armou-se de total grandeza e petulância para aprovar a criação do Instituto Municipal Padre Ibiapina (IMPI), ao ponto de rejeitarem até mesmo o pedido de uma audiência pública para aprofundamento do debate, porém virou silêncio total após a decisão em presença do Ministério Público da Comarca do Assu de que a Diocese de Mossoró respeitasse o contrato de locação do imóvel do Instituto Padre Ibiapina no valor de R$ 10.534,80 por mês e prazo de vigência até novembro de 2017 para funcionamento da Escola Estadual Tenente Coronel José Correia.

Mas, o blog entende o silêncio. O fato é que o que a prefeitura e os vereadores não explicaram antes ficou mais difícil agora. E o fato é muito simples: como a prefeitura realizou a pré- matricula de 577 alunos – segundo o vereador Stelio de Sá Leitão – antes da sessão deliberativa dos vereadores; antes da sanção do prefeito municipal ao projeto de lei e antes de ser firmada documentalmente qualquer parceria administrativa entre a prefeitura do Assu, Paróquia de São João Batista e Diocese.

Pois bem, o diálogo que foi solicitado pelos vereadores Waldson Bezerra, Beatriz Rodrigues Matheus Dantas, Francisco Xavier da Silva e Delkiza Cavalcante e não foi possível no plenário da Câmara Municipal do Assu no tocante as diversas etapas de implantação do IMPI – entre elas o investimento financeiro – está aberto por este blog e, por favor, é imprescindível que os pais e crianças que foram matriculados no decorrer do mês de janeiro em uma escola até então “fantasma” e a sociedade em geral recebam esclarecimentos em regime de urgência urgentíssima.

Por Alderi Dantas, 02/02/2017 às 23:15

01/02/2017

Delkiza Cavalcante publica nota com ações do mandato no decorrer do período extraordinário do legislativo assuense

A vereadora Delkiza Cavalcante (PSDC/Assú) publicou nesta quarta-feira, 1º de fevereiro, em uma rede social, nota a população assuense sobre o desenrolar das ações do seu mandato por ocasião do período extraordinário ocorrido no mês de janeiro, segue texto:

AO POVO DO ASSÚ

Desde o momento de deflagração do processo de convocação extraordinária da Câmara Municipal do Assú (RN) até o final das sessões desta terça-feira, 31, que o nosso mandato trabalhou garantindo uma postura INDEPENDENTE e COMPROMETIDA com a população assuense. Deste modo, é que inserimos cinco PROPOSTAS DE EMENDA aos projetos enviados pelo poder executivo em regime de urgência urgentíssima para deliberação no plenário da Câmara Municipal do Assú, entre elas uma solicitando a supressão do quadro de contratos temporários as funções de FISIOTERAPEUTA, ENFERMEIRO e AUXILIAR ADMINISTRATIVO haja visto existirem profissionais aprovados em concurso público e à espera de convocação/nomeação e que recebeu parecer favorável na comissão e aprovação em plenário.

O nosso mandato também fez intervenção logo no início da sessão no sentido de sensibilizar a bancada dos vereadores ligados ao prefeito para que fosse retirada da pauta da sessão o Projeto de Lei 002/2017 que tratava da criação da unidade escolar Instituto Municipal Padre Ibiapina – IMPI, proposta rejeitada em votação pelo placar de 10 a 5.

Portanto, a tomada de decisão na presença da Promotoria Pública da Comarca de Assú dando direito a luta de todos aqueles que fazem a Escola Estadual Tenente Coronel José Correia permanecer funcionando na estrutura física do Instituto Padre Ibiapina, conforme contrato de locação do imóvel no valor de R$ 10.534,80 por mês e prazo de vigência até novembro de 2017 é, sem dúvidas, uma resposta que recebo com muita alegria, haja visto que mostra muito claramente que o anseio dos vereadores Waldson Bezerra, Beatriz Rodrigues Matheus Dantas, Francisco Xavier da Silva e Delkiza Cavalcante em retirar da pauta da sessão o Projeto de Lei 002/2017 para aprofundarmos o debate inclusive, em audiência pública, em torno do melhor para o Assú existia uma justificativa justa.

Delkiza Cavalcante
Assú (RN), 01/02/2017

Por Alderi Dantas, 01/02/2017 às 23:56

31/01/2017

Projeto que define nova estrutura de cargos na prefeitura do Assu fere decisão do STF

Cargos comissionados no serviço público destinam-se apenas às funções de direção, chefia e assessoramento. Assim, todas as demais atividades de órgãos públicos devem ser exercidas por servidores concursados. Com esse entendimento, o Supremo Tribunal Federal validou decisão do Conselho Nacional de Justiça que considerou irregular a contratação, por parte do Tribunal de Justiça da Paraíba, de 100 assistentes de administração nomeados sem concurso público.

O caso foi julgado na última sessão de 2016 do STF, ocorrida no dia 19 de dezembro e a decisão, unanime, rechaçou uma lei aprovada pelo Estado da Paraíba.

Assim, o entendimento é de que atos provenientes do Projeto de Lei Complementar 001/2017 do gabinete do prefeito do Assu (RN), previstos para irem a deliberação nesta terça-feira, 31, no plenário da Câmara Municipal do Assú, possam uma vez questionados serem declarados nulos, já que a lei municipal apresenta vício de inconstitucionalidade no momento em que o prefeito pede a criação, por exemplo, de sessenta e dois (62) cargos de assistente de secretaria em regime de comissão.

Além disso, a leitura das atribuições conferidas para outros cargos que constam nos projetos e para os quais o prefeito prevê nomeação em regime de comissão ou contratação temporária também evidencia burla ao comando constitucional previsto no inciso V do artigo 37 da Constituição e, consequentemente, a decisão do STF.

Por Alderi Dantas, 31/01/2017 às 16:00

30/01/2017

Câmara do Assu merece textão, sim!

É fácil notar que o progresso se dá numa velocidade maior que o aprimoramento das estruturas das entidades representativas do povo, porém a coisa parece ser bem pior no município do Assu (RN). E um exemplo nítido dessa situação está na Câmara Municipal.

Na semana passada, deu-se início no legislativo assuense um período de sessões extraordinárias para deliberar sobre algumas matérias, entre elas um Projeto de lei assinada pela mesa diretoria da Câmara Municipal do Assu que trata da criação da nova estrutura de cargos do legislativo e eis que no meio do espetáculo aparece entre os órgãos de apoio e assessoramento direto ao presidente João Walace da Silva (foto) um assessor de imprensa e, pasmem, escolaridade: ensino médio.

Porisso, é que resolvi fazer um textão e explicar para a Mesa Diretora da Câmara Municipal do Assú, o que é assessoria de imprensa.

O assessor de imprensa é uma pessoa que deve ter conhecimento amplo sobre os veículos e espaços dentro de cada veículo e capaz de traçar uma estratégia de divulgação condizente com seus objetivos. Por exemplo, você abriu uma cerâmica: seu objetivo com a assessoria de imprensa é alcançar potenciais consumidoras para que elas conheçam seu negócio e possam comprar seus produtos ou informar sobre fato ocorrido e enfatizar as providências da empresa em situações de crise gerados, por exemplo, no decorrer do processo produtivo da cerâmica como, o desgaste acelerado dos solos de onde é retirado o barro, o desmatamento e a poluição do ar ou as péssimas condições de trabalho e falta de equipamentos de segurança. Papel idêntico ocorre com um assessor de imprensa de um legislativo.

Com isso quero dizer que por prestação de serviço (s) de assessoria de imprensa, compreende-se as seguintes ações: projetos de assessorias, definição de políticas e estratégias de comunicação, planejamento de mídia, elaboração e envio de releases e/ou sugestões de pautas. Neste sentido, o exercício da função passa obrigatoriamente pela contratação de um profissional qualificado que compreende e conhece as peculiaridades na produção da informação com qualidade e que possa atuar com eficiência no propósito de sedimentar marcas e ideias, formação que além de especializada, sem dúvidas, não é dada através do ensino médio.

Foi o jornalista americano chamado Ivy Lee quem em 1906, inventou essa atividade especializada. Ele abandonou o jornalismo para estabelecer o primeiro escritório de assessoria de comunicação do mundo, em Nova Iorque. Ele o fez para prestar serviço ao mais impopular homem de negócios dos Estados Unidos: John Rockefeller. Acusado de aspirar ao monopólio, de mover luta sem quartel às pequenas e médias empresas, de combater sem olhar a meios, numa palavra, de ser feroz, impiedoso e sanguinário. O serviço que Ivy Lee prestaria era de conseguir que o velho barão do capitalismo selvagem, de odiado, passasse a ser venerado pela opinião pública. Isso se chama mudança de imagem. E a primeira coisa que aquele jornalista fez foi se comunicar, com transparência e rapidez sobre todos os negócios que envolviam Rockefeller. E conseguiu mudar a imagem do barão dos negócios depois de continuadas ações de envio de informações frequentes à imprensa da época entre outras iniciativas.

Mesmo que o raciocínio seja lógico, parece que a Mesa Diretora da Câmara Municipal do Assu (RN) não entende muito bem o que é isso e qual é o trabalho de um assessor de imprensa.

Por Alderi Dantas, 30/01/2017 às 21:00

29/01/2017

ARTIGO

Carta aberta aos Prefeitos

Por pior que sejam os problemas de caixa, as dívidas acumuladas pelo município e as surpresas ruins que todos vocês tiveram neste primeiro mês de governo, lembrem-se de que a paciência do eleitor é curta para quem só sabe reclamar da vida ou do destino. Aliás, todos vocês já sabiam desde a época de campanha - antes até - que a situação era de dificuldades. Agora é arregaçar as mangas e fazer as coisas acontecerem.

Assim, nobres representantes, mesmo sendo um “Zé Ninguém” deixo aqui algumas reflexões para os digníssimos senhores:

Primeiro: tenham por favor espírito de estadista, acreditem que das suas ações, realizadas com responsabilidade, podem transformar a realidade. Mas pensem na cidade, nos munícipes, não dá mais para transformar prefeitura em um balcão de negócios particulares.

Segundo: pelo amor de Deus tenham compaixão para com as pessoas, não usem do sofrimento e da pobreza delas para manterem este ciclo vicioso da miséria eleitoral. Pois é isto que vem acontecendo há séculos. Não dá mais para ficar mendigando pedidos de atendimento médico, vagas em creches e escolas, doações de remédios, entre outros casos.

Terceiro: lembrem-se que vocês são os nossos representantes, trabalham para e em função do povo. Vocês são nossos empregados, muito bem pagos por sinal, para cuidarem das nossas coisas, do bem comum, do patrimônio público que é de todos nós.

Quarto: queiram deixar os vossos nomes para a história, não de forma negativa, mas como aqueles que colocaram o município na rota certa, com uma nova cara, vivenciando as mudanças que todos queremos e precisamos.

Quinto: saibam gerir o dinheiro público, precisamos urgentemente de uma gestão eficiente, que busque resolver as prioridades, que não são poucas. Não dá mais para ver tanto dinheiro ser mal gasto. O dinheiro subutilizado está entre outras coisas, numa obra inacabada, numa reforma ou construção malfeita, no pagamento dos mais diversos tipos de propina.

Sexto: a forma atual de se fazer política no Brasil está esgotada, apadrinhamento, inchar a máquina pública com apoiadores partidários, toma lá dá cá, agradinhos, escolher as pessoas erradas para ocuparem cargos estratégicos, não deveriam mais fazer parte da nossa forma de fazer política. Se seguirem esta fórmula, saibam que caminham inevitavelmente para o fracasso. A história nos mostra que não é mais possível continuar assim, basta, chega!

Sétimo: queiram pagar o preço de serem justos em vez de realizarem uma gestão de justificativas. Tenham a coragem de fazer o que é preciso, e não o que simplesmente agrada. Infelizmente, se formos fazer somente o que agrada, provavelmente nunca faremos o que é preciso. Como diria Platão, é preciso sair da caverna para contemplar a beleza da vida, quem vive somente dentro dela acostuma com a escuridão. Ter coragem de sair e tentar tirar o povo da escuridão não é fácil não!

Há um ditado popular que diz que “de boas intenções o inferno está cheio”, precisamos, portanto, de atitude, de ações eficazes, de medidas realmente transformadoras. E isto agora está nas mãos dos senhores, pois como todos dizem, os senhores possuem o poder da caneta. Enfim, esperamos por dias melhores

Postado em 29/01/2017 às 21:00

09/12/2016

Academia Assuense de Letras realiza sessão de posse de novos sócios efetivos e entrega prêmios do concurso ‘Jovens Contistas, Grandes Escritores’

Acontecerá nesta sexta-feira, 9 de dezembro, sessão solene e pública que marcará a posse de novos sócios efetivos na Academia Assuense de Letras e, ainda, a entrega dos prêmios aos vencedores do Iº Concurso Estadual de Literatura ‘Jovens Contistas, Grandes Escritores’. O evento terá lugar no auditório do Campus Avançado “Prefeito Walter de Sá Leitão, da UERN, em Assu (RN), às 19h30.

Os novos acadêmicos eleitos mediante escrutínio secreto e que passarão a fazer parte do quadro da Academia Assuense de Letras, são: Francisco das Chagas Pinheiro, na cadeira 9; Francisco Jobielson da Silva, cadeira 11; Francisco Wagner de Oliveira, cadeira 12 e Paulo Sérgio de Sá Leitão, cadeira, 13. As cadeiras têm, respectivamente, como patronos a professora Maria Eufrosina Fernandes, a professora e poetisa Maria Carolina Wanderley Caldas (Sinhazinha Wanderley), o médico e escritor Ezequiel Epaminondas da Fonseca Filho e o poeta João Natanael Soares de Macedo.

Além da posse de novos sócios, a solenidade será também o momento de premiação dos vencedores do primeiro concurso literário promovido pela Academia Assuense de Letras, denominado Concurso Estadual de Literatura ‘Jovens Contistas, Grandes Escritores’, em sua primeira edição dirigido, exclusivamente, às pessoas de naturalidade potiguar e/ou residentes no Estado do Rio Grande do Norte, com idade acima de 12 anos.

O concurso lançado por ocasião do primeiro aniversário de fundação da Academia Assuense de Letras premirá os três primeiros classificados com os valores de R$ 1.000, R$ 500 e R$ 300 respectivamente, diploma, troféu e a publicação dos seus contos em uma coletânea que reúne treze trabalhos selecionados por uma comissão julgadora composta por especialistas em Estudos da Linguagem e em Literatura Brasileira, jornalista e pós-doutorado em Linguística. O concurso contou com a participação de 38 autores e 50 trabalhos inscritos.

O livro intitulado “Jovens Contistas, Grandes Escritores – Contos Potiguares” produzido a partir da seleção dos contos participantes do referido concurso e edição da Academia Assuense de Letras estará disponível para venda ao público durante a solenidade desta sexta-feira, 9.

​A Academia Assuense de Letras (AAL), fundada em 23/01/2015 e registrada como associação civil, de direito privado sem fins econômicos, tem por finalidade o cultivo, a preservação e a divulgação do vernáculo, da literatura, da história e da atividade cultural em seus múltiplos aspectos.

No tocante ao quadro de acadêmicos que compõe a Academia Assuense de Letras temos a seguinte formação: Antonio Alderi Dantas (Cadeira 1 – Patrono: Palmério Augusto Soares de Amorim Filho); Auricéia Antunes de Lima (Cadeira 2 – Patrono: Celso Dantas da Silveira); Francisco de Assis Medeiros (Cadeira 3 – Patrono: Francisco Augusto Caldas de Amorim – Chisquito); Francisco José Costa dos Santos (Cadeira 4 – Patrono: Francisco Agripino de Alcaniz – Chico Traíra); Ivan Pinheiro Bezerra (Cadeira 5 – Patrono: Renato Caldas); Fernando Antônio Caldas (Cadeira 6 – Patrono: João Lins Caldas); e Fernando Antônio de Sá Leitão Morais (Cadeira 7 – Patrono: Silvia Filgueira de Sá Leitão). A presidência está sob o comando do acadêmico, historiador, escritor e poeta Ivan Pinheiro Bezerra.

Por Alderi Dantas, 09/12/2016 às 06:19

31/10/2016

Em nota, reitoria e comunidade acadêmica da UERN responde à proposta do presidente do TJRN de privatização da Universidade

A declaração do presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Cláudio Santos, defendendo a privatização da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) vem sendo recebida com “espanto e indignação”. Tudo surgiu após a entrevista do desembargador concedida à Inter TV Cabugi nesta segunda-feira (31).

De acordo com Santos, o Estado emprega atualmente R$ 20 milhões com o custeio da UERN, e esse valor seria reduzido pela metade caso o Governo oferecesse bolsas de R$ 1.500,00 (em média) para os estudantes que atualmente utilizam os serviços da Universidade.

Em resposta à declaração de Cláudio Santos, a Reitoria da Universidade lançou uma nota oficial intitulada de “A UERN é o Estado vivo”. A nota ressalta entre outras afirmativas que “os esforços das melhores inteligências do Estado deveriam se unir para formular soluções duradouras e viáveis para o desenvolvimento da região, e não apontar propostas mirabolantes, que apenas mascaram os graves problemas de distribuição dos recursos públicos entre os diversos Poderes e Órgãos do Estado”, conforme texto que segue:

Pública, gratuita e de qualidade: A UERN É O ESTADO VIVO

É com espanto e indignação que a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN toma conhecimento da declaração do presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte - TJRN, desembargador Cláudio Santos, durante entrevista ao RNTV 1ª edição desta data, sugerindo a privatização da UERN. A “proposta”, num improviso gerencial, não tem lastro jurídico, social nem econômico.

A UERN é um órgão estadual, criado por lei, que há mais de 48 anos vem formando pessoas nas mais diversas áreas do conhecimento, com ênfase nos profissionais para a educação básica, tanto na graduação quanto na pós-graduação.

A Universidade implementou diversas medidas para adequação de suas despesas à realidade orçamentária e financeira estadual, dentre as quais a implementação do teto salarial, racionalização de alugueis, descontinuidade de oferta de cursos em Núcleos Avançados de Ensino Superior, revisão de contratos, além de focar na captação de recursos fora do Erário Estadual, tais como convênios com a União e Entidades de Fomento.

Sugerir, por outro lado, que o Estado conceda bolsas de até R$ 1.500,00 para cada aluno, como opção ao enfrentamento do “custo” de R$ 20 milhões por mês, sem mencionar ou conhecer que a UERN conta com mais de 15 mil alunos, é um despropósito financeiro, dado que o montante ultrapassaria R$ 22,5 milhões, muito além do suposto “gasto” com a Instituição.

Nos momentos de crise, como a que ora atravessa o Rio Grande do Norte, os esforços das melhores inteligências do Estado deveriam se unir para formular soluções duradouras e viáveis para o desenvolvimento da região, e não apontar propostas mirabolantes, que apenas mascaram os graves problemas de distribuição dos recursos públicos entre os diversos Poderes e Órgãos do Estado.

PEDRO FERNANDES RIBEIRO NETO – REITOR

ALDO GONDIM FERNANDES – VICE-REITOR

COMUNIDADE ACADÊMICA


Alderi Dantas, 31/10/2016 às 17:03